Em nossa própria universidade, foi descoberto um método para produção de carbono magnético, algo incrivel, pois não existe nenhum material organico na natureza que apresente tal propriedade.
A descoberta foi realizada pelo prof. Dr. Fernando Manoel Araújo Moreira e colaboradores do departamento de Física (DF) da Universidade Federal de São Carlos.
Este novo material pode revolucionar o coneito de contrastes para melhoria da imagem em exames clínicos e o ramo de farmacos, pois, o mesmo pode ser adicionado ao carbono e carregado ao local onde o mesmo deve agir por meio de um campo magnético externo, por exemplo um imã.
O magnetisco no carbono se dá devido a falhas na estrutura lamelar, sendo estas falhas responsaveis pelo aparecimento do magnetismo.
Do ponto de vista prático, esse material deverá permitir importantes aplicações em alta tecnologia, por exemplo, na nanotecnologia, sensores, detectores e atuadores, e também na medicina, telecomunicações, eletrônica, biosensores, catálises, entre outras. Do ponto de vista fundamental, o processo desenvolvido prova de maneira definitiva que a existência do magnetismo forte (ferromagnestismo) é uma realidade em sistemas puramente orgânicos.
Aqui encontra-se o link de uam reportagem completa da revista online da FAPESP.
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